Painel do 36º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) debate Legado Digital e privacidade

Em um mundo onde cada vez mais todos estão conectados e expostos, muitas vezes misturando vida privada e pública, revelando identidades e informações pessoais, a privacidade online é uma preocupação crescente. Atenta a todas estas conexões, cruzamento de dados, violação de privacidade e suas implicações futuras, a  Sociedade Brasileira de Computação (SBC) reuniu um time de experts no tema, em diferentes áreas do mercado para integrar o painel “Legado digital e dados sensíveis – o que podemos e o que não podemos usar?”.

O debate fez parte da programação do 36º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) — principal evento da área no Brasil — realizado pela SBC em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), entre os dias 4 e 7 de julho. Com o tema “Computação & Interdisciplinaridade” a programação contou com 22 atividades, entre palestras, debates, workshops, com pesquisadores e empresas de peso no cenário nacional e internacional, e reuniu cerca de 1,5 mil participantes vindos de todo o País.

O doutor em computação, Cristiano Maciel, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), foi o mediador do painel sobre privacidade digital, regulamentação e proteção de dados pessoais, que contou com a participação da doutora em direito e professora da PUCRS,  Regina Ruaro, do  Tecnologista Sênior, Artur Ziviani da National Laboratory for Scientific Computing (LNCC)  e da doutora em computação e CEO da EMC ® Corporation, Karin Breitman. Todos os especialistas estavam diante do mesmo desafio: buscar respostas, caminhos e soluções para garantir a proteção dos dados que a maioria das pessoas disponibiliza, sem ter consciência disto, em troca da gratuidade de serviços e produtos oferecidos na Internet.

Direito e Tecnologia – De acordo com Regina, no campo do direito, a busca pela proteção de dados, transparência e acesso a informação no Brasil passa pela integração da área com as novas tecnologias da informação e da computação. Segundo a especialista, a máxima da física de que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço, não vale para os dias atuais, quando todos ocupamos os mesmos espaços. “Neste contexto, na área do direito ainda temos limitações para compreender e legislar, já que estamos na ‘surface’, avalia. Para ela, o maior desafio é o Bio-Direito, ou seja, buscar a delimitação real e a capacidade de interação entre as duas áreas: Direito e Tecnologia da Informação. “Temos 110 países que já tem a regulamentação para o direito a proteção de dados pessoais e o Brasil não tem. Ainda não temos uma lei de Bio-Segurança que inclua responsabilidade, sistema de Compliance, proteção de dados, armazenamento e disseminação — diferentemente da Europa — e com isto o País perde economicamente. Em 2015 foram R$ 3,96 milhões de custo por causa da violação de dados nas empresas”, enfatiza.

Privacidade e Mídia Social – Para o Tecnologista Artur, na busca por cada vez mais informações e o cruzamento de dados na mídia social, muitas vezes ocorre a quebra de privacidade, já que as empresas tem um interesse comercial em explorar estes resultados para direcionar seus produtos e serviços de forma assertiva e lucrativa. “Nós somos a maior fonte de informações, muitas vezes consentimos que elas sejam disponibilizadas sem perceber. Você não é o cliente, você é o produto que está sendo vendido”, alerta. Como exemplo, citou os telefones celulares — Smartphones —, que denunciam muito sobre o comportamento do usuário e tem o poder de monitorá-lo. Segundo ele, em breve chegará o fim do conceito de privacidade como conhecemos e será preciso repensá-la. Neste contexto,  entre as medidas que destaca como as mais importantes estão: preservar a privacidade por meio de uma regulamentação, redefinir seu conceito para não se deixar seduzir por abordagens aparentemente inocentes e estabelecer limites.

Privacidade e Negócios – A CEO da EMC Corporation destacou a importância e urgência de um marco regulatório no Brasil — que segundo ela, tem apenas um anteprojeto que não evolui — diferentemente da comunidade europeia que foi a pioneira nesta questão. Outro ponto enfatizado por Karin é que atualmente esta questão não é mais somente dos profissionais de TI e sim, dos próprios gestores das corporações. “Não temos como fazer negócios sem esta regulamentação de segurança dos dados, até porque eles podem ser sequestrados. Por isso o CEO tem que ter um plano para garantir a continuidade do seu negócio”, explica. Para a doutora em computação, precisamos fazer as perguntas-chave: O que devo compartilhar? Com quem? Qual a regulamentação para garantir a privacidade do indivíduo? O que estão fazendo para garantir que estes dados sejam preservados?

Legado Digital Pós-morte – Para o doutor em computação, professor do Instituto de Computação (IC), pesquisador e um dos autores do livro Digital Legacy and Interaction: Post-Mortem Issues (Legado digital e interação: questões pós-morte), Cristiano, é preciso olhar com maior atenção para as diferenças de viver e morrer no mundo real e na Internet. O pesquisador falou sobre o que acontece com o perfil de falecidos nas redes sociais,  herança digital, o que é feito com os dados e o que ocorre com o legado das informações digitais de uma pessoa no pós-morte. “A morte não é o fim de uma história, sempre existem vestígios”, citou. Para ele é preciso discutir sobre o tema e criar ferramentas para configurar o armazenamento deste legado.

A herança digital, por exemplo, que é diferente da real, se trata de um bem imaterial. Assumir uma propriedade ou receber uma quantia em dinheiro, não traz responsabilidades como assumir o perfil de um amigo. A rede social Facebook, em 2015, preocupada com o tema, lançou nos Estados Unidos a possibilidade de, entre outras, escolher um usuário (também cadastrado no Facebook) para assumir a conta depois da sua morte ou excluí-la. Dessa forma, a página necessariamente vira um memorial e as funções do administrador são restritas. Mas, para o professor é preciso discutir essas soluções. “No estágio em que tenho visto, como essa política do Facebook, são soluções pontuais, e ainda não estão em sintonia com os aspectos culturais de cada país”, observa.

 

Fonte: sbc
Link: Painel do 36º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) debate Legado Digital e privacidade

Programa Meninas Digitais da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) incentiva participação de mulheres no mercado de TI

Contra tudo e contra todos, as mulheres desempenharam um papel fundamental na história da tecnologia. Ada Lovelace desenvolveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina. Grace Hopper foi a criadora daquele que é considerado o primeiro software de computador. A irmã Mary Kenneth Keller (sim, uma freira!) foi a primeira norte-americana a conseguir um PhD em Ciência da Computação e participou da criação da linguagem BASIC.  

Entretanto, o sexo feminino ainda é minoria no mercado da Tecnologia da Informação (TI): a área da tecnologia é dominada por homens, e isso vem desde as salas de aula. Segundo dados do último Censo da Educação Superior (2013) obtidos pela PrograMaria — Portal que reúne mulheres para debater a equidade de gênero na TI —, a cada 100 estudantes matriculados em cursos de computação no Brasil, apenas 15 são do sexo feminino.

A boa notícia é que já existem movimentos no mercado para fomentar uma maior inclusão das mulheres neste segmento, incentivando-as desde a sua formação. Exemplo disso é o Programa “Meninas Digitais”, que integra a programação do Congresso da Sociedade Brasileira de Computação — maior evento da área da computação no Brasil.

As previsões de crescimento do setor são promissoras, e a atividade é lucrativa. O salário na área varia entre R$ 2,2 mil e R$10 mil. Porém, as mulheres ainda enfrentam a desigualdade de salários entre os sexos. De acordo com o Code.org — organização, sem fins lucrativos cujo objetivo é divulgar e ensinar programação a pessoas de todas as idades —, os empregos na área de computação irão mais do que dobrar até 2020, para 1,4 milhão de vagas. Porém, não há mão de obra qualificada suficiente para cumprir essa demanda e a estimativa é que apenas 400 mil vagas sejam preenchidas. E um dos principais motivos é o baixo número de mulheres na área.

A proposta do Programa, que está vinculado a SBC desde 2015, é formar parcerias para desenvolver ações e projetos que reforcem a autoestima e incentivem as participantes na busca contínua pelo seu crescimento. Dentro da programação do CSBC — que envolve palestras, bate-papo e oficinas —, o objetivo é colaborar no processo de empoderamento das meninas na área de TI e também investir na formação das futuras gerações de mulheres deste segmento, facilitando sua empregabilidade e sociabilização. A ideia é colaborar para a autonomia das meninas nesta área, a equidade de gênero e o reconhecimento do potencial feminino da área de TI. As ações do Programa são diversificadas: oferta de minicursos e oficinas; realização de dinâmicas; palestras com estudantes e profissionais que já atuam na área compartilhando suas experiências etc. O Programa iniciou-se em 2011 sob a coordenação da Secretaria Regional da SBC – Mato Grosso e, em 2015, foi institucionalizado pela nossa Sociedade como programa de interesse nacional da comunidade, é gratuito e voltado para mulheres do ensino médio e fundamental.
Durante o congresso, o Programa contemplou estudantes de escolas públicas e privadas, com idade de 8 a 12 anos. Para saber mais sobre o Programa “Meninas Digitais” é só acessar o link: http://meninasdigitais.sbc.org.br/.

 

Fonte: sbc
Link: Programa Meninas Digitais da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) incentiva participação de mulheres no mercado de TI

Estão abertas as inscrições para o SBGames 2016

Considerado o maior evento acadêmico da América Latina na área de Jogos e Entretenimento Digital, o SBGames é anualmente realizado pela nossa Sociedade.

Os valores de inscrição para o SBGames 2016, até o dia 31 de Julho de 2016, são os seguintes:
Estudante associado à SBC: R$90,00
Estudante não associado à SBC: R$110,00
Profissional associado à SBC: R$190,00
Profissional não associado à SBC: R$230,00

Reunindo pesquisadores, estudantes e empresários que tem os jogos eletrônicos como objeto de investigação e produto de desenvolvimento, o formato atual do evento é composto por quatro trilhas (Computação, Artes e Design, Indústria, Cultura), além do Festival de Jogos, Mostra de Arte e Tutoriais. As trilhas apresentam artigos e pôsteres, sendo que a trilha da Indústria também inclui painéis e palestras. O Festival de Jogos apresenta protótipos e jogos completos em uma sessão informal dedicada a inovação, técnica, imaginação e emergência de novos talentos. A Mostra de Arte apresenta produções criadas para jogos ou relacionadas a eles. Os tutoriais são apresentações de especialistas da área sobre temas variados.

 Anualmente são recebidos cerca de mil participantes de diferentes regiões do Brasil e de países como Peru, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Inglaterra, Portugal, dentre outros. Nos últimos 3 anos o SBGames foi realizado em Teresina (2015), Porto Alegre (2014) e São Paulo (2013). Em 2016, comemoramos 15 anos de SBGames e além das atividades acima mencionadas, serão realizados um workshop de trabalhos de graduação, um workshop de teses e dissertações, um workshop de jogos para saúde e a segunda edição do SBGames Kids & Teens.
O SBGames 2016 acontece nos dias 8 a 10 de Setembro, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

Participe!

Mais informações: http://www.sbc.org.br/sbgames

 

Fonte: sbc
Link: Estão abertas as inscrições para o SBGames 2016

Está disponível a 31ª edição da Computação Brasil


Para você ficar um pouco mais por dentro do tema do CSBC 2016, a 31ª edição da Computação Brasil aborda, de forma ampla, a Computação e a Interdisciplinaridade!

Nesta edição trouxemos para você vários artigos nesta temática muito importante por estar dentro da nossa atualidade!

Confira OnlineAndroidiOS Apple

Boa leitura! 

 

 

Fonte: sbc
Link: Está disponível a 31ª edição da Computação Brasil

Congresso da Sociedade Brasileira de Computação discute o futuro do segmento no Brasil

Com o tema a “Computação & Interdisciplinaridade”,  o CSBC deverá reunir cerca de 1,5 mil participantes vindos de todo o País entre os dias 4 e 7 de julho, na Capital
 
Vivemos em uma era na qual tudo e todos estão conectados em busca de conhecimento e informação por meio da tecnologia, que está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas e permeia a maioria das atividades humanas. Todas estas conexões, os desafios e as perspectivas deste segmento serão debatidos no 36º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) — principal evento da área no Brasil — realizado pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Entre os dias 4 e 7 de julho, o tema “Computação & Interdisciplinaridade” deverá reunir cerca de 1,5 mil participantes no Centro de Eventos da PUCRS  (Avenida Ipiranga, 6681 – Prédio 41), em Porto Alegre (RS).
 
A importância e a necessidade da tecnologia são incontestáveis nos dias de hoje, tanto é que inspiram cientistas a criar, desenvolver e aperfeiçoar ferramentas e dispositivos que nos acompanham a qualquer lugar e facilitam nossa vida. A Computação está presente e tem contribuído com diversas áreas do conhecimento como a Engenharia, o Direito, a Biologia e a Medicina. Por isso, a proposta do evento é debater a interdisciplinaridade desta imensa rede na qual todos estão inseridos e que permite o acesso à informação e à comunicação em múltiplos formatos nas mais diversas áreas. Serão 33 eventos  para discutir temas relacionados com o futuro da Computação no Brasil e como este segmento se interconecta com diversas atividades da sociedade. O CSBC contará com a  participação das comunidades científica, acadêmica e profissional do setor, além de empresas como a Dell, EMC2, GE, ADP, DBServer, Kobe, entre outras.
 
Para o coordenador-geral do CSBC, Avelino Zorzo, professor da PUCRS com pós-doutorado na área de segurança no Cybercrime and Computer Security Centre da Newcastle University, este é o principal evento da área no Brasil e uma excelente oportunidade para a sociedade discutir a influência da Computação no dia a dia das pessoas. “Serão 1,5 mil pessoas de 25 estados brasileiros debatendo Computação durante quatro dias, e uma excelente oportunidade para melhorar a rede de relacionamento de quem estiver presente”, destaca.
 
As atividades nos eventos incluem palestras, debates, workshops, com pesquisadores e empresas de peso no cenário nacional e internacional. A diversidade dos temas que serão debatidos é o ponto alto do evento, tais como: empreendedorismo, inovação e criatividade, mulheres na tecnologia, perfil do profissional de TI, Big Data, novas tecnologias na Medicina, segurança da informação, entre outros. Além disso, serão realizados minicursos sobre Computação Urbana, Cidades Inteligentes, Agentes Inteligentes Conversacionais, Interface Cérebro-Computador e Teoria da Computação, com professores da UFMG, UFRGS, USP, Unicamp, UCS, UFPE e UFRJ.
 
Programação — O evento Women in Technology (WIT), voltado exclusivamente para discutir as questões de gênero na área de computação, figura entre os destaques da programação. A atividade vai apresentar histórias de sucesso, políticas de incentivo, formas de engajamento e ações a fim de atrair jovens, especialmente mulheres, para as carreiras associadas à Computação. A Fail.Con, conferência mundial para empreendedores, investidores, desenvolvedores e designers estudarem as suas falhas e se prepararem para o sucesso,  também integra o roteiro do CSBC.
 
A questão da governança na Internet, na qual o Marco Civil tem papel fundamental, receberá atenção especial com a participação dos palestrantes do Conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil, Demi Getschko, o ex-diretor do ICANN (responsável pelos nomes dos endereços na Internet no mundo), Fadi Chehadé, e o gerente-geral para as diferentes funções da governança da Internet na América Latina e Caribe, Andres Piazza.
 
A  palestra, durante o Workshop de Ensino de Computação (WEI), do professor Jeffrey Forbes, da Universidade de Duke (EUA), em que será discutido o programa “Ciência da Computação para Todos”, é outro atrativo do evento. Este programa é um esforço dos EUA, anunciado pelo Escritório de Políticas de Ciência e Tecnologia (OSTP), e coordenado pela Fundação Nacional de Ciências (NSF) e pelo Departamento de Educação dos EUA, para democratizar o ensino da computação.
 
Para conferir a programação completa ou fazer as inscrições — disponíveis até o dia do evento —, é só acessar o link: http://www.csbc2016.com.br
 
Concurso CTD e visitas guiadas – Também está prevista a realização do XXIX Concurso de Teses e Dissertações (CTD) do CSBC que reúne as principais teses de doutorado e dissertações de mestrado na área de Computação no Brasil, e é um dos prêmios mais valorizados desta área acadêmica no País. Visitas guiadas com as empresas pelo TECNOPUC (Parque Tecnológico) fazem parte das atividades.

 

Fonte: sbc
Link: Congresso da Sociedade Brasileira de Computação discute o futuro do segmento no Brasil

Resultados da etapa classificatória da Copa Rio Info de Algoritmos (CRIA)

A SBC, como apoiadora oficial da Copa Rio Info de Algoritmos (CRIA), traz para você os resultados da etapa classificatória que ocorreu 10 de junho.
 
Dentre os 453 alunos que participaram ativamente da etapa, 58% tiveram nota igual ou superior a 50 e vão receber certificados de participação na competição.
 
Acesse o resultados aqui.
 
 

Ao longo de suas 4 edições, a Copa Rio Info de Algoritmos (CRIA) tem desenvolvido a tarefa de atrair e estimular jovens do ensino médio/técnico a buscar uma carreira na área das Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs.

O objetivo principal da CRIA é estimular o aprendizado e a qualificação dos futuros profissionais de programação e reconhecer as escolas e professores que abraçam este desafio. Quando possível, a organização da CRIA procura divulgar a iniciativa para empresas interessadas em oferecer aos competidores uma oportunidade de estágio/emprego.

Escolas de todo o Brasil, seja do ensino público ou privado, são convidadas a inscrever seus alunos para participar da etapa classificatória. Os melhores colocados têm suas despesas pagas para a viagem ao Rio de Janeiro e, durante o Rio Info, disputar a grande final.

Fonte: sbc
Link: Resultados da etapa classificatória da Copa Rio Info de Algoritmos (CRIA)

2º Dia do FITE 2016

No dia 22, no FITE 2016, duas palestras lotaram mais uma vez a casa de Cultura de Ibirubá

Transformação Digit@l: entregue experiências! – Cristiano Paim Buss

Crise e oportunidade! Que Crise? Que Oportunidade? Ervino Paulo Vogelmann

fite fite2 fite3